Constantes Transformações

Island

1997 foi um ano de profundo questionamento para Inês Carvalho sobre o significado da atuação profissional na vida das pessoas. Foi dessa análise que surgiu a Ponto de Transição. E é também essa permanente inquietação que continua guiando, até hoje, as mudanças nas próprias atividades da empresa. Afinal de contas, transformações são a única certeza da vida. Atualmente, temos o propósito de instigar as pessoas a ampliarem seu repertório, valorizando e integrando diferentes percepções, ideias e opiniões. Acreditamos que, dessa forma, será possível explorar novas possibilidades para tornarem a sua atuação no mundo e as suas relações ainda mais significativas.

  Inspiram nossa atuação o coaching ontológico de Rafael Echeverria, a biologia-cultural de Humberto Maturana, o pensamento sistêmico de Peter Senge,  as pesquisas sobre os talentos dominantes de Marcus Buckingham, a filosofia integral de Ken Wilber e a modernidade líquida de Zigmund Baumann.